Pop-up Class | Seminarios

The Pop-Up Classroom [Intervention Prototype]
Through the intervention proposed – a pop-up class hosted in Union Square – we aim to share knowledge uncovered within the two-week experimental workshop with the public and to provoke an alternative consciousness surrounding the informal urbanisms of Union Square, particularly street vendors, performers, etc. as Agents of Public Space.

The Framework:
The Pop-Up Class is designed as an engaging conversation about the condition of public space in Union Square. The “class” challenges the “students” to think about the significance of invisible and/or informal encounters and transactions daily reproducing the vibrant urban space encompassing Union Square. The engagement with the public will focus on the vibrancy of the space while intending to uncover and potentially reconstruct the unfounded public narrative of street vending as a blight upon the city. Ultimately we will determine strategies for future Pop-Up Classrooms by reflecting upon the response of the public to our provocations. The framework intends to build an open-ended narrative meant to coalesce into more strategic and long-term policy recommendations.

The Curriculum:
The curriculum begins with public-lecture style knowledge share within the space of Union Square plaza and Union Square Greenmarket addressing the long history of street vending globally and locally. [highlighting India, Egypt, Brazil, Hong Kong, NYC]. From this we then put the question of defining street vending to the public. Who are street vendors? Who are agents of public space? What is the value in holding a broad view?

Brief summary of the two-week workshop process and summary of our encounter / transaction mapping.What are the invisible encounters continually shaping the condition of public space in Union Square? Where do we see informality around Union Square?

Challenge the ‘students’ to imagine Union Square without street vendors while sharing our findings and recommendations for improving the conditions of street vendors. Why would I think about street vendors unless I’m buying something from them? What is the value in positioning street vendors, performers, artists, etc. as Agents of Public Space?

Intervention Brainstorming:
Design something that asks the public to questions their ideas and assumptions about street vendors. This ultimately leads to more formalized and new ways of thinking – building a collective consciousness about the necessary diversity and richness of public space in New York City. Unless you propose it, it’s not going to happen!

 

  • Dystopian Zine +  1st Amendment Vendor ‘Performance’: Imagining “A Day in Union Square without Vendors”
  • Sound Installation: Walk past installation where voices and sounds of various Agents of Public Space are played – activated by passing by motion-detector.
  • Mock-Streetscape with different ‘morphing-state’ street vendors.
  • DIY Greenmarket Stall: mock-greenmarket stall adjacent to actual Greenmarket vendor; focused on disseminating information to greenmarket shoppers about the other types of street vendors in the Union Square area.
  • Chalking the Greenmarket: I AM A STREET VENDOR in-front of all the greenmarket stalls; changing public discourse chalk-protest. [May be problematic]. 
  • ‘Host a Street Vendor’ Campaign: Propose to Greenmarket vendors if they are able to ‘donate’ a portion of their stall to host another non-greenmarket vendor for a certain period of time during their hours of operation at the market. [May be problematic].
  • Design Your Ideal Union Square “Chessboard Game”: Life-Size Game Board with options to include different agents of public space in creating the ideal Union Square

             + Pick-a-card option prompts a challenge: “No street vendors / performers / etc. are allowed in Union                        Square” – what is the reaction from the person playing the game?

  • Union Square Fortune Teller: Card reader who proposes a future within union square without any Agents of Public Space. What is the reaction to this idea by each person who stops for a fortune?
  • Have a Day Without Vendors: In an attempt for public reflection, grants will be provided to vendors in a project to see what the public would say if they vanished for one day [i.e. summer].

 

A Sala de Aula pop-up [protótipo de intervenção]
A intervenção proposta é a construção de uma sala de aula pop-up (sala de aula instantânea). Com essa proposta, a ideia é que essa sala de aula seja usada para compartilhar com o público o conhecimento e a experiência que o grupo obteve no workshop experimental de duas semanas sobre Agentes do Espaço Público, aumentando assim a sensibilidade do público em geral sobre as relações de urbanismo informal em Union Square, especialmente os Agentes do Espaço Público.

O contexto:
A Sala de Aula Pop-Up é proposta como uma possibilidade de interlocução sobre as condições do espaço público em Union Square. A Sala desafia os “estudantes” a pensarem sobre os significados dos encontros e transaçnoes invisíveis ou informais, reproduzindo diariamente o espaço vibrante da Union Square. O engajamento do público vai ser focado na identificação da vitalidade do espaço, e de desafiar a narrativa que trata os trabalhadores da rua como problema para as cidades.

As estratégias para o acionamento de novas Salas de Aula Pop-Up serão definidas após a avaliação da resposta do público às nossas provocações na primeira experiência. A ideia é construir uma plataforma para que se transformem as narrativas, convergindo rumo a estratégias e recomendações para políticas a médio e longo prazo.

O currículo
O currículo se inicia com um compartilhamento do conhecimento adquirido pelo grupo sobre o espaço de Union Square, e sobre a tradição do comércio de rua nas escalas local e global (com exemplos da Índia, Egito, Brasil, Honk Kong, etc). A partir disso, colocarems a questão para o público: quem são os vendedores da rua? Quem são os agentes do Espaço Urbano? O que ganhamos com uma visão mais ampla sobre as atividades de rua?

Breve sumário das duas semanas de workshop, dos processos de trabalho e dos mapeamentos realizados. Quais são os encontros invisíveis que constroem continuamente a esfera pública em Union Square? Onde a informalidade se expressa em Union Square?

Desafiar os ‘estudantes’ a imaginar Union Square sem os vendedores de rua, ao mesmo tempo compartilhar nossas conclusões e recomendações para melhorar as condições dos Agentes do Espaço Público. Porque eu pensaria sobre os vendedores de rua, a menos que precisasse comprar algo deles? Qual é o sentido em definir vendedores de rua, artistas de rua, etc, como Agentes do Espaço Público?

“Brainstorm” de intervenções:

Propor algo que provoque o público no sentido do questionamento de suas ideias e posições sobre vendedores de rua. Isso leva a novas maneiras de pensar a temática – construindo uma consciência pública em torno da necessidade, diversidade e qualidade dos espaços públicos em Nova Iorque. Para que ocorram as transformações, é necessário propô-las!

 

  • Zine Distópico + performance de artistas de rua. Imagine “Um dia sem vendedores de rua”
  • Instalação Sonora: Instalação em que são ouvidas vozes e sons produzidos por Agentes de Espaços Públicos, ativados por sensores de movimento.
  • Instalação de cópias de carros de vendedores de rua na praça, em que ao invés de comida de rua estaria sendo distribuído material de sensibilização.
  • Marcação na feira de orgânicos: Marcação, no chão em frente às barracas da feira orgânica, a frasa “EU SOU UM VENDEDOR DE RUA”, sensibilizando o público para a aceitação seletiva dos vendedroes de rua, alguns com maior e outros com menor status.
  • Campanha “Adote um Vendedor de Rua”Propor aos vendedores da Feira Orgânica se eles estariam dispostos a compartilhar seu espaço de venda com um vendedor de rua de menor status por um período durante o seu horário de venda no mercado.
  • Jogo de Xadrez sobre a Union Square ideal. Encenação de um Jogo de tabuleiro em formato gigante que incluiria diferentes Agentes do Espaço Público, criando a Union Square ideal;
  • Uma cartela no jogo traz um desafio: “Vendedores e artistas de rua não são permitidos na Union Square”. Qual a reação do jogador a essa carta?Cartomante da Union Square
  • Cartomante que propõe uma Union Square sem Agentes do Espaço Público. Qual é a reação a essa ideia da pessoa que parou para ter a sua sorte lida nas cartas?
  • Um dia sem vendedores 

Em uma tentativa de promover reflexão pública, a ideia é promover um dia sem vendedores de rua na Union Square, avaliando a reaçnao do público a esse desaparecimento. Os vendedores seriam indenizados no valor que esperam ganhar em um dia de trabalho.