Research as Practice | Pesquisa como Prática

In January 2015, students from the graduate Urban programs at Parsons welcomed their Brazilian partners to New York City for an experimental, collaborative workshop. This opportunity built from the Informal Urbanisms workshop hosted the previous January in Guarapiranga, São Paulo. While the first exchange set a precedent for an unconventional approach, with new team members joining and a drastically different context in which to operate, much of the agenda was left to be defined through the process.

 The workshop began with few clearly defined parameters. The team knew one aim was to contribute to the larger discourse of Informal Urbanisms through an analysis of “street vending” within Union Square. However, these limits served as framing devices and as such the team needed to determine its own objectives through the experimental research process. The mantra throughout the two weeks became, “Embrace the ambiguity.”
From this pedagogical approach, the workshop challenged presumptive notions about the relationship between theory and practice. Rather than operate in the standard research-practice dichotomy, the team embraced the potentialities of a reciprocal “research as practice” approach, each informing the other throughout the course of the workshop. Thematic research was conducted in New York and São Paulo prior to the start of the workshop. This informed how the team built a knowledge of the study area through fieldwork, site visits, and street interviews conducted during the first week of the workshop.

Out of this coalesced short- and long-term strategies of engagement as the subgroups reflected on the potentialities presented by the informal urbanisms they encountered. By embracing this unconventional pedagogical process the team was able to inform a complex and nuanced urban practice founded in a theory / practice discourse.

Em Janeiro de 2015, estudantes de pós-graduação dos cursos em Teoria e Práticas Urbanas da Parsons deram as boas-vindas aos seus colegas brasileiros na Cidade de Nova York para um workshop colaborativo experimental. Esta oportunidade se deu a partir do Workshop sobre Urbanismos Informais que aconteceu em Janeiro do ano anterior na Guarapiranga, em São Paulo. Enquanto o primeiro workshop definiu a aproximação não convencional com o tema, o segundo, com novos membros participantes e um contexto drasticamente diferente, teve sua programação definida ao longo do processo.

 O Workshop começou com apenas alguns parâmetros definidos. Um dos objetivos era contribuir para a ampla discussão dos Urbanismos Informais através da análise do “comércio ambulante” na Union Square. Contudo, esses parâmetros foram estruturadores para a equipe determinar seus próprios objetivos dentro do processo de pesquisa experimental. A expressão ao longo das duas semanas se tornou “abrace a ambiguidade”.

Com essa aproximação pedagógica, o workshop desafiou nossas noções prévias da relação entre teoria e prática. Em vez de operarmos com o padrão dicotômico pesquisa-prática, nossa equipe incluiu as potencialidade recíprocas do método “pesquisa como prática” em que uma influenciou a outra durante todo o workshop. Pesquisas temáticas foram realizadas sobre Nova York e São Paulo antes do início dos trabalhos. Elas ajudaram a pautar a maneira pela qual a equipe construiu o conhecimento sobre a área de estudo a partir dos trabalhos de campo, visitas, e entrevistas na rua realizadas durante a primeira semana do workshop.

 Além disso, desenvolveram-se estratégias de engajamento de curta e longa duração a partir da reflexão que os subgrupos tiveram sobre as potencialidades apresentadas pelos urbanismos informais presentes. Abraçando este processo pedagógico não convencional, a equipe pode trazer à tona uma prática urbana complexa e matizada fundada em um discurso teoria / prática.

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