Agents Of Public Space | Agentes do Espaço Público

agents of public space1 - Copy

 

 

Within the interstitial moments of ambiguity, we identify opportunities for interventions, and suggest actionable proposals that can benefit various stakeholders who regularly participate in these informal transactions. We identify these agents as being street vendors, their customers, street vending workers’ organizations, the general public, physical and nonphysical public space, law enforcement, and so on. However, the labeling of the occupation “street vendor” is not all-encompassing, for not all street vendors identify with the label “street vendor.” That is, a chess player in Union Square who charges opponents a certain sum to play a game, or a public performer may not identify themselves as a “street vendor.” In short, not all participants of street vending are street vendors. We understand street vendors to be entities who actively participate in transactions of physical items, ideas, sights, sounds, smells within public space. Thus, street vending actively contributes to complex networks of movement within public space.

In order to allow for more inclusivity within the complex realm of street vending, we introduce the umbrella term “Agents of Public Space” (APS) as a way of including those who may not identify as street vendors. When constructing the idea of agents of public space, each word was carefully chosen. Agents: While not all APS are self-employed, we identify all APS as having agency within their work as well as within the city. Public: Here, “public” refers to the social quality of space rather than its legal framework; that is, not all spaces may be legally public but can still be used and experienced as a public space — there is a publicness to the quality of space. Space: The idea of “space” allows for more subtleties and nuances than the idea of “place,” and is therefore more inclusive of the vastness of occupations that exist within the framework of street vending.

APS are citizens of public space. Their passport to public space lies in the transactions they make with the public. These transactions can take the form of physical and nonphysical exchanges with the public, which altogether make up the experience of public space. While not limited to the following list, our understanding of APS can include:

  • painters
  • theater performers
  • dancers
  • protestors
  • costumed entertainers
  • chess players
  • first amendment vendors
  • general merchandise vendors


Public space would cease to be what it is if it were not for the presence of APS. We believe that without APS, public space would not exist. In that light, we intentionally present our research and recommendations open-ended so as to not undermine its profound complexities.

Dentro desses momentos de ambiguidade, identificamos o lugar  para intervenções e propostas viáveis que podem beneficiar diversas partes interessadas nessas transações informais. Identificamos esses agentes como sendo vendedores ambulantes, os seus clientes, organizações de comércio, do público em geral, o espaço público físico e não-físico, aplicação da lei, e assim por diante. Enquanto nós definimos vendedores ambulantes como qualquer trabalhador de geração de renda em um espaço público, nem todos os vendedores ambulantes se identificam com o rótulo de “ambulantes.” Ou seja, um jogador de xadrez em Union Square que cobra adversários uma certa quantia para jogar um jogo, ou um performer público não pode identificar-se como um “ambulante.” Em suma, nem todos os que praticam atividades na rua são vendedores ambulantes. A fim de permitir uma maior inclusão no reino complexo das atividades de rua, introduzimos o termo guarda-chuva “Agentes do Espaço Público” (AEP) como uma forma de incluir aqueles que não podem identificar como vendedores ambulantes em nossa discussão sobre venda ambulante. Ao construir a ideia de agentes do espaço público, cada palavra foi cuidadosamente escolhida. Agentes: Embora nem todos os AEPs sejam autônomos, identificamos todos os AEPs como tendo atuação dentro de seu trabalho, bem como dentro da cidade. Público: Aqui, “público” refere-se à qualidade social do espaço. Em vez de sua forma legal; isto é, nem todos os espaços podem ser em sua dimensao legalmente públicos, mas ainda podem ser utilizados e experimentados dessa forma – há uma dimensão pública para a qualidade do espaço. Espaço: A ideia de “espaço” permite mais sutilezas e nuances do que a ideia de “lugar”, e é, portanto, mais inclusiva da vastidão de ocupações que existem no âmbito da venda ambulante. Dito isto, nós apresentamos intencionalmente nossa pesquisa e recomendações em aberto de modo a não prejudicar suas complexidades profundas.

AEP são cidadãos do espaço público. A sua relacao para o espaço público está nas interseccoes que eles fazem. Essas interseccoes podem assumir a forma de intercâmbios físicos e não físicos com o público, que em conjunto fazem parte da experiência do espaço público. Embora não se limitando ao seguinte lista, a nossa compreensão da AEP podem incluir:

  • pintores
  • executores do teatro
  • dancers
  • manifestantes
  • artistas fantasiados
  • jogadores de xadrez
  • primeiros fornecedores alteração
  • fornecedores de mercadoria geral


O espaço público deixaria de ser o que é, se não fosse a presença de APS. Acreditamos que sem AEP, o espaço público não existiria. A essa luz, apresentamos intencionalmente nossa pesquisa e recomendações em aberto de modo a não prejudicar suas complexidades profundas.

 

 

Advertisements